Cerveja: Consumo Consciente!

10 set

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Você sabia que a cerveja é a bebida alcóolica mais consumida no país e que o Brasil é o quinto maior mercado dela do mundo? Esta bebida milenar é a terceira mais popular (após água e o chá) e varia com a cor, métodos de produção, teor alcóolico, etc. Por esses e outros motivos, é interessante saber o que as pessoas consomem ao ingerir este tipo de bebida e seus riscos. Que tal aprender um pouco mais sobre os malefícios, benefícios e recomendações dela?

Com o consumo abusivo, temos como efeitos imediatos as alteração de equilíbrio e marcha, alteração de memória e até estado de coma e como efeitos tardios os cânceres do sistema digestivo, pancreatite alcoólica, síndrome de abstinência fetal (bebê nasce dependente de álcool, apresentando os sintomas acima) e dependência. Abortamentos, prematuridade e outros problemas graves são freqüentes em filhos de mães alcoólatras.

Dentre as conseqüências sociais destacam-se: desajuste familiar, mau rendimento nas atividades diárias e suscetibilidade para produzir e sofrer acidentes. O consumo frequente e abusive de álcool provoca desequilíbrios metabólicos pela formação de radicais livres, responsáveis por problemas graves no fígado, como cirrose hepática.

Estes malefícios tratam do consumo abusivo de álcool, pois quando o consumo é moderado e consciente pode trazer diversos benefícios. Para começar, cerveja é fonte de vitamina B9, graças à presença dos folatos, compostos equivalentes ao ácido fólico, que possuem papel fundamental na formação de proteínas estruturais, da hemoglobina e no tratamento de algumas anemias. Ela possui alguns minerais, como magnésio e potássio e ação anti-oxidante, produzindo efeitos positivos, como a reducão do risco de derrames cerebrais.

Estudos científicos mostram que  a ingestão em quantidades moderadas  de álcool promove elevação de aproximadamente 12% nos níveis de HDL (considerado colesterol bom ao organismo), que também é elevado com a prática de exercícios. No sistema de coagulação, o álcool inibe a agregação plaquetária. A maioria dos efeitos protetores da cerveja (e do vinho tinto) na aterosclerose (formação de placas nos vasos sanguineos) é atribuída aos flavanóides, que possuem propriedades antioxidantes, vasodilatadoras e anti-agregante plaquetária.

Apesar do consumo consciente, há grupos mais sensíveis que não devem ingerir quantidade alguma de álcool, como pessoas com doença hepatica,  cirrose hepatica, triglicérides aumentado, pancreatite, úlcera, insuficiência cardiaca, poblemas psiquiátricos, gastrite, diabetes e lactantes, se existir evidência que o consumo alcoólico está sendo nocivo ao bebê.

Por isso, procure um nutricionista que entenda a respeito do assunto e que o oriente a ter uma saúde mais equilibrada, aproveitando os potenciais benefícios dessa bebida de maneira mais segura. Vale lembrar que nada em excesso faz bem e que o estilo de vida equílibrado, como a prática regular de exercício, também  é muito importante. Um brinde à saúde!

Fontes:

http://www.unicamp.br/unicamp/unicamp_hoje/ju/marco2010/ju454_pag09.php

http://www5.usp.br/22980/nova-edicao-de-revista-da-usp-traz-dossie-sobre-alcoolismo/

http://ajcn.nutrition.org/content/95/2/326.long

http://www.incor.usp.br/conteudo-medico/geral/vinho%20e%20o%20coracao.html

http://ojs.kardiologiapolska.pl/kp/article/view/KP.2013.0063/7240

http://www.cienciamao.usp.br/tudo/exibir.php?midia=lcn&cod=_biologiasimulacaoefeitos

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